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Dr Aderbal
Formação Acadêmica: Fundação Universidade Federal do Rio Grande/RS
Residência Médica em Anestesiologia: PUC - Campinas/SP
Área de Atuação: Tratamento da Dor – UNICAMP/SP
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Dra Caroline
Formação Acadêmica: Fundação Universidade Federal do Rio Grande/RS
Residência Médica em Anestesiologia: Fundação Universidade Federal do Rio Grande/RS


 Dra Desire
Formação Acadêmica: Universidade de Caxias do Sul/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET do SANE - Porto Alegre/RS


Dr Felipe
Formação Acadêmica: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Residência Médica em Anestesiologia: CET Prof. Manoel Alvarez - UFSM -Santa Maria/RS
Área de Interesse: Anestesia Cardiovascular pelo CET do SANE – Porto Alegre/RS
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Dra Francine
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Maria/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET Prof. Manoel Alvarez - UFSM - Santa Maria/RS
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Dr Idemor
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Maria/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET do SANE – Porto Alegre/RS
Especialização: Acupuntura
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Dr Irineu
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Maria/RS
Residência Médica em Anestesiologia: Equipe CLAR – Porto Alegre/RS
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Dr José Laurindo
Formação Acadêmica: Universidade de Caxias do Sul/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET Integrado de Campinas/SP
Mestre em Clínica Médica pela UNICAMP
TSA-SBA Título Superior em Anestesiologia
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Dr Leonardo
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Catarina/SC
Residência Médica em Anestesiologia: CET do SAJ – Joinville/SC
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Dr Ludgero
Formação Acadêmica: Universidade de Caxias do Sul/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET do SANE – Porto Alegre/RS
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Dr Miguel
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Maria/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET Prof. Manoel Alvarez - UFSM - Santa Maria/RS
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Dr Rafael
Formação Acadêmica: Pontificia Universidade Católica/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET do SANE – Porto Alegre/RS
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Dr Renésio
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Maria/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET do SANE – Porto Alegre/RS
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Dr Ricardo
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Maria/RS
Residência Médica em Anestesiologia: CET SAMPE - HCPA/UFRGS - Porto Alegre/RS


Dr Vilson
Formação Acadêmica: Universidade Federal de Santa Catarina/SC
Residência Médica em Anestesiologia: CET São Paulo - Serviços Médicos de Anestesia - São Paulo/SP

 

HISTÓRIA DA ANESTESIOLOGIA EM BENTO GONÇALVES, RS.

A história da anestesia e da medicina em Bento Gonçalves, RS é um pouco diferente das demais cidades do interior brasileiro, em vista que os seus primeiros médicos,
 Dr. Bartholomeu Tacchini, Dr. Beneamino Giorgi e Dr. Walter Galassi, eram italianos natos. Formados na Itália, traziam na bagagem aparelhos e conhecimentos médicos de uma medicina européia, reconhecidamente mais evoluída do que a brasileira, de um modo geral, para os padrões da época.

Através de relatos colhidos, junto a colegas médicos mais antigos, tivemos conhecimento que BG sempre procurou manter vanguarda na prática da medicina, especialmente em anestesiologia, em comparativo com outras cidades do interior do mesmo porte. Havia uma dicotomia no mundo da assistência médico-hospitalar, entre o Hospital B. Tacchini (HT) e Hospital B. Giorgi (HBG), configurando a população como  Tacchinistas e Giorgistas. Esta divergência apresentava reflexos em todos os setores da sociedade bentogonçalvense, desde os clubes sociais, entidades assistenciais e se estendia até a política.

Nas décadas de 40 e 50, épocas difíceis para a medicina de um modo geral, com recursos diagnósticos e terapêuticos precários, a anestesia era orientada pelo cirurgião com auxilio das irmãs de caridade, localmente chamadas de “monegas” (freiras no dialeto vêneto), que auxiliavam os atos médico-cirúrgicos e clínicos no Hospital B. Tacchini (HT). O cirurgião ficava com um olho na cirurgia e outro nos sinais vitais, orientando o auxiliar não médico. A principal anestesia era a geral inalatória. A raquianestesia era realizada pelo próprio cirurgião.

A anestesia geral, e também a raquianestesia, eram muito temidas. O medo de uma anestesia geral, ou raquidiana, era um fato constante nos atos cirúrgicos. Aqueles pacientes que passavam incólumes em uma cirurgia eram considerados como sobreviventes. Houve quem proferisse que a anestesia teria maior número de mortes do que a tuberculose( infecção pulmonar endêmica sem tratamento específico, no início do século passado). Parafraseando Molinère, os doentes cirúrgicos morriam mais pelo “remédio” do que pela doença. O relacionamento médico-paciente era fundamental, e nisso se baseavam, principalmente, os alicerces da cura médica.

No dialeto vêneto, língua dominante na região, predominantemente de descendência italiana(95% da população), a anestesia geral era definida como “endormia” e a raquianestesia como “sponcciadella en la schena”.

Inicialmente, na década de 40, foi usado a Máscara de Yankauer, que consistia em um aparelho semelhante a um coador onde se pingava o éter ou balsofórmio, que seria uma mistura de éter, clorofórmio e gomerolol. Posteriormente, o Ombredane tornou-se aparelho principal de anestesia inalatória. Aparelho rudimentar de anestesia com uma máscara de aço inox, ligado a um recipiente rígido, com bolsa de bexiga de vaca ou porco, onde se instilava o anestésico inalatório. O paciente reinalava CO2 expirado com a mistura de anestésico, que ajudava a aumentar a narcose pelo éter.

O anestésico mais usado era o éter sulfúrico. Anestésico muito seguro, quanto a depressão cardiovascular, porém com inconvenientes, como a recuperação demorada, grande estimulante de secreções oro- traqueais, náuseas e vômitos no pós-operatório. Também foi usado o clorofórmio e o Kelene®( cloreto de etila). O clorofórmio foi abandonado devido a lesões hepáticas. Também foram usados, nas décadas de 40 e 50, anestésicos barbitúricos venosos, tipo Nembutal®(pentobarbital) ou Evipan®(hexabarbital) nos hospitais de BG, muito usados em outros centros médicos.

Era de conhecimento médico, 2 tipos de choques anestésicos. O Choque Branco, que seria em decorrência de uma parada cardíaca (mais grave e provavelmente fatal) e o Choque Azul, devido cianose provocada por depressão respiratória. Após a cirurgia, alguns pacientes eram colocados na Tenda de Oxigênio e aplicada Coramina®, um estimulante respiratório para diminuir as depressões respiratórias do pós-operatório. Não existia sala de recuperação anestésica. O paciente era encaminhado diretamente para o quarto. Todos estes fatores adversos, o baixo nível dos conhecimentos médicos da época e instrumentos inadequados, contribuíram em muito, para atribuir a anestesia, o medo de um ato cirúrgico.

Na década de 60 em diante, anestesia já era praticada exclusivamente por médicos em auxílio a outro colega que no momento ocupava o cargo de cirurgião. Os
 Drs. Silvio Moreira e Dr. Jaime Gudde eram os mais solicitados.      O Dr. Antônio Casagrande, cirurgião geral, era o Diretor do Corpo Clínico do HT e o Dr. Guerino Dallachiesa, cirurgião geral, o responsável pelo Centro Cirúrgico do HT. O Dr. Antônio Carlos Koff auxiliava, principalmente o Dr. Natalino Marcon, em cirurgias de otorrinolaringologia e eventualmente em anestesias em sala cirúrgica anexa.

No Hospital B. Giorgi com o
 Dr. Beneamino Giorgi e no Hospital Militar ou Hospital do Batalhão, como era conhecido, no bairro São Roque, comDr.Brasil Caetano Lago, também eram realizadas as cirurgias de menor porte e as anestesias eram realizadas pelos próprios cirurgiões, ou eventualmente, pelos Drs. Jaime Gudde e Sílvio Moreira. As agulhas de raquianestesias, de calibre 7 e 8, usadas na época, eram reesterilizadas e causavam maior incidência de cefaléia pós-raqui.

Dr. Jaime, além da raquianestesia, fazia anestesia peridural, uma anestesia mais elaborada para época, principalmente em analgesias de parto e cesarianas. Foi baseado em um trabalho realizado sobre Anestesia Peridural em Trabalho de parto, que Dr. Jaime obteve ter a aprovação para o Título em Ginecologia e Obstetrícia pela SBOT. Em algumas cirurgias, as menos complexas e rápidas, o cirurgião dispensava os serviços de outro colega e mandava aplicar anestesia EV com Thionembutal® (tiopental sódico) e Brietal®(mehexital) e operava concomitantemente.

A sala de cirurgia do HT, localizada no atual quarto-enfermaria 200, possuía 3 mesas cirúrgicas que funcionavam concomitantemente, lado a lado.  Após a cirurgia, o paciente era encaminhado diretamente ao seu leito, pois não havia Sala de Recuperação (SR) pós-anestésica.

Nas décadas de 70 e 80, no Hospital Walter Galassi (HWG), que após a Revolução de 1964, passou a ser propriedade da UFRGS, funcionavam os setores de obstetrícia, ginecologia  e pediatria. Os partos e cirurgias destas especialidades, eram realizados em 2 grandes salas cirúrgicas e havia  ampla SR pós-anestésica.

O médico pioneiro em anestesiologia em BG, como especialidade única, foi o
 Dr. Silvio Moreira que introduziu a intubação traqueal para a anestesia geral em BG. Naquela época, se utilizava o miniventilador Takaoka, tipo “bolacha”, de grande sucesso e praticidade, lançado no mercado em 1958 por um brasileiro de São Paulo, nipo descendente, chamado Kentaro Takaoka, o qual teve reconhecimento mundial na anestesiologia. Seu uso perdurou até meados de 1990. Até os dias atuais, este admirável aparelho, de fácil manuseio e portabilidade, devido ao seu tamanho reduzido, ciclado a pressão endotraqueal, ainda é usado em algumas localidades do interior brasileiro e para transporte de pacientes.

Com a vinda do
 Dr. Loreno Tregnago em 1969, bentogonçalvense, formado pela UFSM, com residência médica realizada na Clinica de Anestesiologia e Respiração CLAR/POA, com o conceituado Dr. Lafayete, uns dos pioneiros da anestesia gaúcha, a anestesia em BG, incrementou-se como especialidade médica. Por ser adepto a anestesia regional, além da raquianestesia e peridural, os bloqueios do plexo braquial e a peridural sacral, começaram a serem realizadas em BG, pelo Dr. Loreno. Os 2 anestesiologistas, Drs. Sílvio e Tregnago, apesar de trabalharem harmonicamente, não constituíam uma equipe. Isto oportunizou em 1974 a vinda de um terceiro anestesiologista que se estabeleceu no Hospital B. Giorgi, sem constituir uma equipe.

Em janeiro de 1975, foi inaugurado o Centro Cirúrgico do HT com 8 salas de cirurgia e SR anexa, com 8 leitos(no espaço da  atual sala 9 do CC). Inequivocamente, este fato, foi um grande trunfo da medicina bentogonçalvense. No mesmo ano, devido ao número crescente de procedimentos cirúrgicos nos 3 hospitais da cidade, houve a necessidade de ampliar o atendimento para o Hospital São Roque da cidade de Carlos Barbosa. Por indicação do
 Dr. Lester Pereira, ortopedista e traumatologista em atividade em BG, foi convidado o Dr. Irineu Sérgio Pisani, santamariense, formado pela UFSM em 1973, com estágio no CET/Hospital Miguel Couto, RJ e Residência Médica em 1974 no CET/CLAR, POA, para compor uma equipe de anestesiologia em BG. Em 10 de março, começou a funcionar efetivamente a equipe de anestesiologia de BG, que ficou denominada de CLARB: Clínica de Anestesiologia e Respiração de Bento Gonçalves, com os Drs. Sílvio Moreira, Loreno Tregnago e Irineu Sérgio Pisani.

Em 1976,
 Dr. Irineu, com o estímulo principal do saudoso Dr. Ervalino Bozzetto, clínico geral e cardiologista conceituado na região, montou uma serviço de assistência respiratória, no HT, com aparelhagem e técnicas avançadas para uma cidade do porte de BG, como espirometria digital, inaloterapia com Pressão Positiva (BIRD) e com microgotículas, cama especial para drenagem postural, reeducação respiratória, exercícios respiratórios com pesos abdominais etc...

Em 1977, foi inaugurada a UTI do HT, dirigida pelo
 Dr. Ervalino Bozzetto como Diretor Médico e com plantonistas noturnos os médicos, Dr. Carlos Alberto Gonçalves, Dr. Danilo Baldi, Dr. Carlos Fasolo e Dr. Irineu Sérgio Pisani. Com o avanço terapêutico proporcionado pela UTI, possibilitou-se a ter cirurgias mais complexas e consequentemente um desenvolvimento maior da anestesiologia em BG. Como não haviam BIPs ou celulares, os médicos tinham que estar permanentemente perto de um telefone e informavam, invariavelmente, o seu paradeiro. Por muitas vezes, principalmente em fins de semana, a ambulância do HT saia para avisar de uma emergência médica ao cirurgião ou anestesiologista, muitas vezes, em campos de futebol ou clubes campestres. Poderia ser considerado um fato trágico-cômico, no meio médico, assistir a ambulância chegar e interromper uma partida de futebol ou festa para resgatar um médico, cirurgião ou anestesiologista, na maioria das vezes.

Em 1979, com a transferência do
 Dr. Silvio para POA, a equipe de anestesiologia sentindo a necessidade de mais colega, entrou em contato comDr. Manuel Alvarez, responsável pelo CET de Santa Maria, RS que nos indicou o nome do Dr. Miguel Tadeu Pinheiro, santa-mariense, formado pela UFSM e CET desta cidade. Dr. Miguel harmonizou a equipe de anestesiologia e atualmente é o representante do Departamento de Anestesiologia no Corpo Clínico (CC) do HT.

Em 1986, a equipe foi acrescida pelo
 Dr. Idemor Pisani Filho, santa-mariense, formado pela UFSM em 1983, com Residência em Anestesiologia no SANE/ CET de POA em 1994/1995. Dr. Idemor, irmão do Dr.Irineu, compactou o Departamento de Anestesiologia do HT.

Após uma entrevista inicial, realizada em meados de setembro de 1990, precisamente em 15 de novembro de 1990, o grupo de anestesiologistas começou a contar a capacitação do
 Dr.José Laurindo Sasso de Almeida, natural de São Borja, RS, formado pela UCS em 1985, com Residência e Mestrado em Anestesiologia no CET de Campinas, SP e TEA em 1990. Posteriormente em 2003 e 2004, Dr.J. Laurindo fez curso MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e implementou uma nova dinâmica administrativa para a equipe, com cursos de Qualidade Total e outros métodos gerenciais. Nesse período que foram reestruturados e restabelecidos novos estatutos e a previdência dentro da equipe, que funcionavam de modo informal. Foi Representante do Departamento de Anestesiologia junto ao CC do HT e professor de Fisiologia Prática da UCS. Atualmente é membro da Comissão Científica da Sociedade de Anestesiologia do RS (SARGS).

Seguindo as tendências internacionais, em meados de 1991, a equipe instituiu em BG, o Consultório de Anestesiologia, sendo umas das primeiras equipes do interior gaúcho e brasileiro a adotar esta prática anestesiológica. O consultório ficava anexo ao Centro Cirúrgico e Sala de Recuperação do HT que facilitava o atendimento pré e pós-anestésico. Atualmente o consultório anestesiológico está localizado no Centro Clínico Dr. Bozzetto, a Rua Ramiro Barcellos, nº. 550, conj. 503.

Em 1992, o
 Dr. Irineu apresentou no 39º CBA, em Brasília, DF, em Temas Livres,  trabalho inédito sobre aquecimento em forno de microondas (FMO) de soros, anestésicos locais e anti-sépticos com tabela de tempo de exposição. A inovação deste modo de aquecimento, em FMO, teve grande repercussão nos meios anestesiológicos no Brasil e hoje já está plenamente adotado, na grande maioria dos hospitais brasileiros. Em 1998, no 45º CBA, em Fortaleza, CE, Dr. Irineu apresentou uma nova tabela para os novos FMO, mais potentes, de 1500w de potência.

Em agosto de 1993, BG sediou a V Jornada Gaúcha de Anestesiologia (JARGS). Este evento científico foi o primeiro congresso médico, realizado nesta cidade. A jornada foi presidida pelo
 Dr. Irineu Sérgio Pisani. Todos membros equipe participaram da Comissão Organizadora. Atuaram como palestrantes os Drs. Irineu e J. Laurindo. Foi um grande sucesso, com recorde de participantes, mais de 250 e lucro financeiro inédito, em JARGS.

Em 27 de setembro de 1996, foi criada a 1ª empresa de anestesiologia de BG, que foi CLÍNICA DE ANESTESIOLOGIA E TRATAMENTO DA DOR DE BENTO GONÇALVES LTDA. para se adequar a legislação tributária.

A
 Dra. Francine Xaubet Olivera, natural de Paysandu, Uruguai, formada pela UFSM, com Residência Médica no CET-SBA de Santa Maria, após passar em concurso estadual para Perito Médico Legista, foi transferida para BG e admitida na equipe em 01 de janeiro de 1997. Dra. Francine por ser a única anestesiologista do sexo feminino da equipe, preencheu esta carência.

Em agosto de 1997,
 Dr. Irineu Sérgio Pisani foi eleito para o Conselho de Representantes (CR) da AMRIGS, sendo membro da Comissão de Normas do CR de 1997 a 2001. Dr.Irineu permaneceu no CR da AMRIGS até 2006.

Em 1998, todos membros da equipe, participaram de curso Advanced Trauma Life Suport –ATLS.

O
 Dr. Aderbal Gagol, bentogonçalvense nato, formado em 1992 pela FURG, com Residência Médica em 1996/ 1997 na CET/PUC de Campinas e especialização em Clínica da Dor pela UNICAMP em 1998. Estabeleceu-se em BG em abril de 1999 com uma Clínica de Dor e foi admitido na equipe em agosto de 1999. Seus trabalhos em Medicina da dor e atendimento anestesiológico no Hospital São Roque (HSR), em Carlos Barbosa (CB), foram incorporados pela equipe, sendo a referência da equipe na especialidade de Dor Crônica para a região.

No período de 1998 a 2000,
 Dr. Miguel Tadeu Pinheiro assumiu a direção do Corpo Clínico do HT, demonstrando o seu prestígio pessoal e do Departamento de Anestesiologia junto ao CC do HT.

Em 1999, foi publicado na Revista Brasileira de Anestesiologia (RBA 1999;49:6:399-402), artigo do
 Dr. Irineu com o título de PROFILAXIA DA HIPOTERMIA PER-OPERATÓRIA E A IMPORTÂNCIA DO FORNO DE MICROONDAS (FMO). Este trabalho marcou BG no mapa da anestesiologia brasileira, pelo ineditismo da proposta em aquecer soro fisiológico (SF), anestésicos locais (AL) e anti-sépticos em FMO, por se tratar de publicação em uma revista médica de conceito internacional, e também, porque serviu de referência bibliográfica, para outros trabalhos científicos de outros autores.

Em setembro 2000, novamente sediamos a XI JARGS com novo sucesso, desta vez presidida pelo
 Dr. José Laurindo Sasso de Almeida, com o apoio dos demais membros da equipe, na Comissão Organizadora  e com palestras dos Drs. Irineu e Laurindo.

Em 2000 e 2001, durante fins de semanas prolongados,
 Dr. Idemor apaixonado pelo tema, fez curso de Medicina Tradicional Chinesa (Acupuntura) na Escola Paulista de Medicina, com Ysao Yamamura.  Isto ampliou o leque de alternativas terapêuticas na medicina de BG.

A Equipe de Anestesiologia de BG -CLARB-, sentindo a necessidade de mais um integrante, entrou em contato com o insubstituível
 Dr. João Batista Pereira, responsável pelo CET/SANE de POA e solicitou a indicação de um colega para compor nossa equipe. Foi indicado o Dr. Ludgero Michalski, formado pela UCS, natural de Três Coroas, RS, que estava por concluir sua Residência Médica. Após análise do seu currículo e entrevista com todos elementos da equipe, foi aprovado seu nome. Dr. Ludgero, com sua competência especialmente em anestesias para cirurgias torácicas, iniciou a colaboração em 02 de janeiro de 2001 no HT  e prestando apoio ao atendimento do HSR em CB, juntamente com Dr. Aderbal.

Em 2004,
 Dr.José Laurindo Sasso de Almeida assumiu como Gerente Técnico do Centro Cirúrgico e permanece até os dias atuais.

Em 12 de maio de 2005, foi criada a empresa SERVIÇOS DE ANESTESIA DE BENTO GONÇALVES LTDA. (SABG), com os
 Drs. Loreno Tregnago, Idemor Pisani Filho e Francine Xaubet Olivera, para convênios específicos.

O
 Dr. Felipe Rech Borges, natural de BG, em entrevista avaliatória, entrou para equipe em janeiro de 2005, após ter concluído 2 anos de Residência Médica em Anestesiologia 2002/2003, no CET de Santa Maria, RS, e o 3º ano, em 2004, no CET /SANE de POA, na área de anestesia para cirurgia cardíaca/vascular e torácica. Dr. Felipe incrementou a anestesia Venosa Total, entre outras, e deu prosseguimento ao atendimento do HSR de CB.

O
 Dr. Renésio Marks, natural de Ijuí, RS, formado pela UFSM, após concluir um estágio probatório em fins de semana na equipe de BG, em 2006, durante o 3º ano de Residência Médica exercido no CET-SANE de POA 2004/2005/2006, foi aprovado e começou e fazer parte da equipe a partir de 01 de fevereiro de 2007.

O
 Dr. Leonardo Garnica Camargo, natural de Florianópolis, formado pela UFSC, com 3 anos de Residência Médica no CET-SAJ de Joinville SC 2004/2005/2006, que ao vencer um processo avaliatório seletivo contra outros concorrentes e foi escolhido pela equipe, como o mais novo membro e  assumiu suas funções juntamente com Dr. Renésio, no dia 01 de fevereiro de 2007. Os Drs. Renésio e Leonardo, adicionaram novos ânimos na equipe, que passou a ter um programa de educação continuada, coordenada pelo Dr. Felipe e complementaram no atendimento preferencial do HSR de CB.

Em 2006,
 Dr. Idemor Pisani Filho foi aprovado no exame de Título de Especialista em Acupuntura pela Sociedade Brasileira de Acupuntura.

Devido aos sucessos de congressos anteriores, a Sociedade de Anestesiologia do RS (SARGS) escolheu BG, para sediar a 43º JOSULBRA, em abril de 2008. Participaram da comissão organizadora os
 Drs. Irineu S. Pisani, Miguel T. Pinheiro, J. Laurindo Sasso de Almeida e Felipe Rech Borges e como palestrantes, Drs. J. Laurindo e Felipe. Esta jornada foi realizada no espaçoso Parque de Eventos da Fenavinho e foi montado um boneco gigante -colono estilizado- na entrada do evento e uma vila colonial italiana- Picolla Città-, dentro dos pavilhões, para fins decorativos e funcionais  e 5 salas grandes, para as palestras.

Em meados de agosto de 2008, foi instalado Wireless (internet por rede sem fio) no bloco cirúrgico. Esta medida facilitou a pesquisa na internet de assuntos relevantes e a comunicação entre os anestesiologistas e adicionou o Laptop, como novo instrumento de trabalho dos anestesiologistas de BG.

Em novembro de 2008, no 55º CBA em São Paulo, os
 Drs. Idemor e Aderbal fizeram o curso SAVA (Suporte Avançado em Anestesiologia) e foram aprovados.

 

Em 01 de fevereiro de 2010, foi admitida na Equipe de Anestesiologia, reforçando os valores exponenciais da cidade, a Dra. Desire Tarso Maioli, natural de Bento Gonçalves, formada em Medicina pela UCS em 2006, com Especialização no CET do SANE em POA.

 

Em 01 de fevereiro de 2013, a equipe foi acrescida tanto quantativamente, bem como, qualificativamente com o ingresso de 3 novos colegas: Dr. Vilson Furlanetto Jr.; Dr. Ricardo Luiz Pin Menegazzo e Dra. Caroline Colleone Zaro.

 

O Dr. Vilson, natural de Criciuma SC, formado pela UFSC em 2007, cursou a especialização no CET São Paulo – SMA no Hospital Sírio-Libanes de 02/2011 até 31/01/01/2013 e é o novo responsável pela dinâmica deste site

O Dr. Ricardo, natural de Constantina RS, graduado pela UFSM em 2009 com especialização em Anestesiologia no CET SAMPE do Hospital de Clínicas/POA da UFRS.

 

A Dra. Caroline, natural de Carlos Barbosa, formada pela FURG(Fundação Universidade Federal de Rio Grande),em 2009 com residência médica em Anestesiologia, pela mesma instituição e finalizada em 01/2013.

 

Em 01/03/2013, o Dr. Aderbal Gacol foi eleito com diretor do Corpo Clínico do Hospital Bartholomeu.Tacchini para um período de 2 anos.


O que sempre caracterizou os anestesiologistas de BG é o sentimento de união, de cooperação e de equipe. Isto nunca impediu o crescimento individual, haja visto que em torno de 40% dos atendimentos de cirurgias eletivas são individualizadas, isto é, atendidas conforme solicitação direta do paciente. Isto é resultante do reconhecimento dos pacientes, da qualidade e capacidade de atendimento dos membros da equipe, que estão continuamente procurando estar na vanguarda dos conhecimentos anestesiológicos.


A equipe de anestesiologia, atualmente, mantém convênios com os Planos de Saúde Tacchimed, Unimed Nordeste( 2 colegas) em sua clínica. Atende usuários hospitalizados do SUS, IPERGS e outros convênios beneficentes, em acordo com o HT.

Em Dezembro de 2008, sob a coordenação do
 Dr. Felipe Rech Borges, foi instalado este site da Equipe de Anestesiologia de BentoGonçalvesdenominado www.anestesiologiabento.com.br, com o propósito de informar e divulgar temas sobre anestesiologia e procurar uma melhor comunicação com a população de BG e região.

 

Este histórico foi redigido iniciamente pelo Dr. Irineu Sérgio Pisani, em abril de 2013 e complementado com o decorrer dos fatos.

 

 

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